Prezado Amigo(a): Seja muito Bem-Vindo a este Blog. A proposta é manter aqui um espaço eclético no qual tratarei de publicar meus contos, referentes a meu rinção Santa Luzia, falar da sua história, e comentários sobre publicações dos escritores dessa cidade que tanto admiro. Faça seus comentários, através da página do Blog ou, ainda, pelo e-mail marioferreira5689@gmail.com
quarta-feira, 3 de julho de 2013
A EVOLUÇÃO DOS DITOS POPULARES
- Quem semeia vento, colhe tempestade.
Agora já pode-se dizer:
- Quem semeia vento, colhe energia eólica.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Curta e Boa

No tempo em que a redação de jornal escrevia a materia em máquina de datilográfia e os jornais eram impressos pelo tipografo, de vez em quando o pessoal da gráfica acrescentava ou suprimia uma letra do texto e, na manhã seguinte, os leitores eram presenteados com manchetes como "Peido da primeira dama provoca bate-boca na assembléia".
domingo, 12 de junho de 2011
O QUE ESTÁ FALTANDO NO TEXTO?

Ilustração
Desde que se tente sem se pôr inibido pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.
Trechos difíceis se resolvem com sinónimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o "P", "R" ou "F", o mesmo que quiser escolher, podemos, em corrente estilo, repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objetivo escolhido, sem impedimento. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?
Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messes de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisne e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores. Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.
